sexta-feira, 12 de junho de 2009

Válvula de Escape

Desde cedo eu encontrei tanto na escrita quanto na dança, uma forma de expressão.
Eu as utilizo para colocar para fora tudo o que se passa comigo, desde o banal café preto que pela manhã esfriou muito rápido, ao mais sério dos problemas que já tive em minha vida. Ou ainda, não deixemos passar, o mais fantasioso momento - platônico e inocente - que tive com o vizinho... Hehehehehe! Mas, chego nisso depois, em outro capítulo. Neste, eu gostaria de falar sobre a nossa válvula de escape. Sabe aquele nosso instante só nosso, ou com os amigos, etc... Não importa, mas aquele precioso momento em que nos deixamos levar e nos livramos de todos os nossos medos, anseios, preocupações e "stresses" do cotidiano? O fato é que ao nos expressarmos, seja escrevendo, dançando, encarando um salto livre, esquiando em Aspen (Uau! Viajei agora... eu precisava falar - escrever assim - pra dar uma risada bem alta de mim mesma.)...
Espera um pouco...
Ainda estou rindo...rsrsrsrsrsrsrsrsrs.
...
Bem, quando escrevo ou danço transformo em poesia a dor ou a alegria que eu esteja sentindo, a surpresa boa ou a desesperança em parceiras, a solidão ou a total falta de privacidade em aliadas. Há tantas formas de amar e cada uma delas nos faz seguir uma direção diferente, mas tenha certeza, sempre seguimos adiante. Não há regressões no que diz respeito a vida. Portanto, escolha a sua válvula agora (caso já não tenha) e boa viagem em descoberta de si mesmo (a).
Passo depois por aqui para deixar outras impressões da minha vida.

2 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  2. As vezes as válvulas de escape são mais que necessárias e se existe uma maneira "proveitosa" de escapar, sem dúvida é escrevendo (ou dançando... rsrsr)

    Também me farei presente aqui e prometo frequência enquanto as obrigações acadêmicas não voltarem a "roubar" a minha vida social.

    Beijo

    ResponderExcluir